Hoje eu sinto assim...



"(...) Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque

sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os

pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas
mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais
complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:

E daí? EU ADORO VOAR!

Clarice Lispector


Traduza




Eu Hoje...

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Prá quando você acordar...


Olha só, fica zangado comigo não. Eu sei que você tá acostumado a dizer o que quer prá mim e sair “vitorioso”, como se tudo o que você dissesse estivesse certo ou fosse lei....
Tudo bem, culpa minha, acostumei você mal. Principalmente depois que nós deixamos de ser “nós”. Você, lá de cima da sua felicidade rasgada por estar “vivendo” sua vida, despejando suas teorias sobre como é fácil ser feliz e eu aqui embaixo enfiada nas profundezas da minha dor, sendo soterrada por essa filosofia barata, com medo de dizer qualquer coisa que o afastasse mais ainda de mim, me calei.
Mea culpa, mea máxima culpa, sim!
Então te digo agora: TODOS nós temos direito de viver nossas vidas. Sem cobranças, sem críticas, sem tirania. Você tomou uma decisão que era conveniente pra você, sem se importar se isso era bom pro “grupo”. Você não levou em consideração os sentimentos do “grupo”. E como você mesmo diz: se a gente faz parte de um grupo, a gente tem que fazer o que é bom para o grupo. É verdade, só que a gente não sabia que o seu grupo era o do “eu sozinho”. Seu grupo agora é outro, este aqui, você optou em deixar. E nós não podemos viver em função de você, porque você não vive em função de nós. Você vive sua vida, da forma que melhor lhe convém. Nós não fazemos parte dela. Nós não podemos opinar, nós não podemos participar, não sabemos por onde você anda, o que faz e com quem. Não existe espaço para nós nesse seu “novo” grupo.
Entenda, toda relação é uma via de duas mãos. É preciso haver reciprocidade. Quem fala deve saber escutar. Você exige mudanças da nossa parte, você exige comprometimento e atenção. Você exige fazer parte da nossa vida. Mas não nos dá isso em troca. Não fazemos parte da sua vida, a não ser que seja conveniente pra você.
Tudo bem. Você escolheu viver assim. Então viva. Mas não exija de nós o que você não tem para nos dar.
Se esse é o tipo de relação que você, a esta altura da vida, resolveu ter com as pessoas que hoje fazem parte dela, bom pra você. Mas para nós não é.
Não foi nossa escolha sua saída do nosso grupo. Foi sua. Viva com isso. Mas não brinque com nossos sentimentos. Não se aproxime de nós e nos dê prioridade somente quando você estiver se sentindo só. Nós merecemos muito mais do que isso. Não só porque fomos sua família até quando lhe foi conveniente, mas porque somos seres humanos que merecem ser respeitados, como todos.
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